quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Planeta Terra - Um Presente de Deus


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Gigantesco icebergue prestes a nascer na Antárctida


Um gigantesco icebergue – que deverá ser o maior alguma vez registado – está à beira de se formar na Antárctida.

Uma fissura, que vinha a desenvolver-se lentamente nos últimos anos ao longo da plataforma de gelo Larsen C, na Península Antárctica, expandiu-se abruptamente no último mês. Cresceu 18 quilómetros em Dezembro, tendo agora mais de 80 quilómetros de comprimento. Faltam agora só 20 quilómetros para que a quebra ocorra, dizem os cientistas do Projecto Midas, da Universidade de Swansea, em Gales (Reino Unido).

“A plataforma de gelo Larsen C está prestes a derramar uma área de mais 5000 quilómetros quadrados, na sequência do crescimento substancial da fissura”, frisam os cientistas em comunicado. O icebergue “irá mudar substancialmente a paisagem da Península Antárctica” e poderá anunciar quebras ainda maiores na plataforma de gelo Larsen C.

As plataformas de gelo são áreas de gelo flutuante no oceano, com centenas de metros de espessura, na zona final dos glaciares. Os cientistas temem que a perda de plataformas de gelo à volta do continente branco permita que os glaciares no interior da Antárctida deslizem mais depressa em direcção ao mar, à medida que as temperaturas globais sobem devido às alterações climáticas, aumentando assim o nível do mar com o seu derretimento.

Nos últimos anos, várias plataformas de gelo já se partiram à volta das regiões no Norte da Antárctida, incluindo a Larsen B, que se desintegrou em 2002.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Placas que se acumulam no cérebro espelham vários subtipos de Alzheimer


A doença de Alzheimer tem sido imparável e não há medicamentos capazes de a travar. O facto de vivermos cada vez mais tempo também contribui para o aumento dos casos. A doença surge na maioria das vezes depois dos 65 anos e é caracterizada por lapsos de memória, esquecimento de pessoas e lugares e perda progressiva de competências sociais e quotidianas. Por fim, os doentes tornam-se completamente dependentes de terceiros. Agora apurou-se que a estrutura molecular da proteína beta-amilóide, que se acumula em placas no cérebro dos doentes de Alzheimer, apresenta diferentes variações nos subtipos clínicos da doença.

Recuando até 1906, o médico alemão Alois Alzheimer (que deu o nome à doença) identificou as primeiras placas de beta-amilóide e de novelos de fibrilhas numa autópsia a um doente. Logo nesta altura se colocaram questões como: quantas placas e fibrilhas têm de se manifestar para provocar a doença?

Hoje sabemos que as placas de beta-amilóide surgem da acumulação da proteína beta-amilóide (que é solúvel) no cérebro, formando depósitos sólidos. É de salientar que esta acumulação, que surge nas imagens do tecido cerebral como uns borrões escuros, acontece fora das células e muito antes dos primeiros sinais da doença.

Também escuras, as fibrilhas assemelham-se a girinos e são formados pela proteína tau. Numa célula nervosa saudável, a proteína tau ajuda na formação de estruturas cilíndricas, chamadas “microtúbulos”, e que são essenciais para a comunicação entre os neurónios. Na doença de Alzheimer, a proteína tau deixa de funciona correctamente: separa-se dos microtúbulos e cria formas desorganizadas que obstruem os microtúbulos.

Não se sabe bem o que provoca estes dois processos – as placas de beta-amilóide e as fibrilhas da proteína tau –, apenas que estes dois tipos de depósitos levam à morte dos neurónios. Em exames de ressonância magnética de pessoas que ainda não apresentavam sintomas de Alzheimer já se tinha detectado a diminuição do córtex e do hipotálamo, o que são provas da morte celular.

Avancemos então até à edição desta semana da revista Nature. Nela, um grupo de cientistas coordenado por Robert Tycko, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, publica a descoberta de que as diferenças entre vários subtipos de Alzheimer são visíveis na estrutura molecular das placas de beta-amilóide.

Para realizar o estudo, a equipa analisou 37 amostras de tecidos cerebrais de 18 pessoas. Entre os doentes estavam indivíduos com a forma típica da doença de Alzheimer, bem como de dois subtipos mais invulgares: um em que a doença progride muito rapidamente e a neurodegeneração ocorre em meses, e outro designado por “atrofia cortical posterior” e que é associado a perturbações visuais. As amostras foram observadas ao microscópio electrónico de transmissão e em exames de ressonância magnética nuclear.

Com esta análise, os autores descobriram que uma determinada estrutura molecular que é dominante nas placas tanto nas amostras da forma típica de Alzheimer como nas da atrofia cortical posterior. Já nos pacientes em que a Alzheimer progride muito rapidamente observou-se que as placas têm uma estrutura molecular muito diferente entre si.

“As placas de beta-amilóide podem ter diferentes estruturas moleculares. Algumas têm sido caracterizadas em detalhe para o estudo de placas sintéticas. Descobrimos que a maior parte dos doentes de Alzheimer desenvolve estruturas específicas nos seus cérebros, e elas não são exactamente as mesmas das estruturas das placas sintéticas”, explica-nos Robert Tycko sobre os resultados deste estudo que considera “surpreendentes”. E salienta também que, nos pacientes da forma muito rápida de Alzheimer, as placas têm uma estrutura “muito heterogénea”.

Este estudo vem então reforçar a hipótese de que os diferentes subtipos clínicos da doença de Alzheimer podem ser definidos por diferenças na estrutura molecular das próprias placas de beta-amilóide. “Estes resultados podem contribuir para o desenvolvimento de melhores compostos químicos que permitam diagnosticar a doença nos tecidos cerebrais através de imagens, e possivelmente, evitar a formação de placas”, diz-nos Robert Tycko.  

Este estudo pode assim ser um contributo para o desenvolvimento de novos tratamentos. O número de pessoas com Alzheimer tem subido ao longo dos anos e, em 2015, havia 44 milhões de doentes de Alzheimer. De acordo com a organização Alzheimer’s Disease International, em 2050 o número de pessoas com demências quase triplicará para os 131,5 milhões e a maioria terá Alzheimer.

A equipa pensa agora na continuação do estudo: “Estamos interessados em observar doentes de diferentes categorias de Alzheimer – a forma típica, a atrofia cortical posterior e a forma de progressão rápida – para vermos se desenvolvem diferentes estruturas nas placas. Neste estudo, apenas encontrámos uma grande heterogeneidade nas estruturas das placas da forma de Alzheimer que progride muito rapidamente”, explica Robert Tycko. “Estudos adicionais com outros subtipos podem levar-nos a respostas mais definitivas.”

Informação retirada daqui

domingo, 1 de janeiro de 2017

Parasita que provocou grande fome na Irlanda veio da América do Sul


O parasita das plantas que infectou as batatas na Irlanda e causou a grande fome de 1845 afectou dois anos antes as produções agrícolas dos Estados Unidos, refere um estudo divulgado esta quarta-feira pela revista PLOS ONE.

No estudo, peritos da Universidade Estatal da Carolina do Norte e da Universidade Noruega de Ciência e Tecnologia também encontraram amostras do microrganismo patogénico na Colômbia, o que sugere que o parasita é originário da América do Sul.

A teoria mais comum sobre a escassez de batata que deu origem à grande fome irlandesa, entre 1845-1849, em que morreram dois milhões de pessoas, refere que os primeiros tubérculos infectados chegaram da América do Sul.

O estudo salienta que o parasita também pode ter chegado à Europa através de um carregamento de batatas infectadas proveniente dos Estados Unidos.

No território dos Estados Unidos o parasita sobreviveu quase um século até ter evoluído para outra vertente.

Actualmente, segundo o estudo, são gastos milhões de dólares em todo o mundo a tentar controlar o parasita, que continua a atingir culturas em todo o mundo.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Há um rio de ferro que corre cada vez mais depressa no interior da Terra


Por baixo da Sibéria e do Alasca, bem no interior da Terra, está a correr um rio de ferro líquido. Vai em direcção a oeste e move-se cada vez mais depressa – uma descoberta feita graças às observações de três satélites lançados em 2013 pela Agência Espacial Europeia (ESA).

Esse rio encontra-se no núcleo externo da Terra, rico em ferro e níquel, a cerca de 3000 quilómetros de profundidade. O nosso planeta tem 12.700 quilómetros de diâmetro e é composto por camadas: a seguir à crosta e ao manto está o núcleo externo e, depois, o interno. Enquanto o núcleo interno é sólido, indo dos 5100 quilómetros de profundidade até ao centro da Terra, o núcleo externo é líquido e vai dos 2900 quilómetros até aos 5100. Este líquido, superquente e em movimento, gera correntes eléctricas que, por sua vez, criam o campo magnético do planeta.

Ilustração da corrente de ferro derretido no núcleo externo da Terra e da constelação de satélites que a descobriu ESA
Ora o campo magnético da Terra muda constantemente. Além disso, não há muitas maneiras de olhar para o interior profundo da Terra – as medições do campo magnético são uma dessas maneiras (as ondas sísmicas são outra). Ao registarem-se pormenorizadamente as mudanças do campo magnético é então possível inferir como é que o ferro se está a movimentar no interior do planeta. Por isso, a ESA lançou três satélites gémeos – na missão Swarm e que custará cerca de 230 milhões de euros – para fazer medições muito rigorosas do campo magnético terrestre e destrinçar todas as fontes que contribuem para ele.

Ainda que a fonte principal seja o núcleo externo, há outras mais, como rochas magnetizadas presentes na crosta terrestre e a ionosfera, uma das camadas exteriores da atmosfera. O campo magnético do planeta é o resultado da contribuição de diversas fontes, formando um escudo que nos protege da radiação cósmica e de partículas electricamente carregadas emitidas pelo Sol, e que são perigosas para nós e para as telecomunicações, por exemplo. “As medições precisas dos satélites da constelação Swarm vão permitir separar as diferentes fontes de magnetismo, tornando mais claro o contributo do núcleo”, explica a ESA em comunicado.

Foram as medições dos satélites Swarm que permitiram descobrir o rio de ferro na região do Pólo Norte, cujos materiais derretidos não só se deslocam mais depressa do que aqueles que estão à sua volta como o fazem cada vez mais depressa. Publicados num artigo científico na revista Nature Geoscience, por investigadores da Universidade de Leeds (no Reino Unido) e da Universidade Técnica da Dinamarca, os resultados das observações indicam que o ferro por baixo da Sibéria e do Alasca está agora a andar 45 quilómetros por ano, ou seja, cerca de cinco metros por hora. E que esta velocidade triplicou nos últimos 15 anos.

“Pode parecer que 45 quilómetros por ano não é muito. Mas nunca vimos nada mover-se tão depressa no interior da Terra”, sublinha Christopher Finlay, investigador da Universidade Técnica da Dinamarca e que está envolvido no projecto Swarm. “E é três vezes mais rápido do que tudo o resto no núcleo da Terra”, acrescenta o investigador, citado num comunicado da sua universidade.

Este rio tem cerca de 420 quilómetros de largura, estende-se por 7000 quilómetros de comprimento e é provável que vá até aos 5000 quilómetros de profundidade. Os cientistas comparam-no a um fenómeno existente na atmosfera a grande altitude – as correntes de jacto, que são correntes estreitas de vento forte e que corre de forma quase horizontal. “É uma descoberta fascinante. É a primeira vez que vimos esta corrente de jacto de forma tão clara”, diz Christopher Finlay, referindo-se ao ferro líquido. “Esta corrente de jacto pode ser importante no dínamo que gera o campo magnético da Terra. Também pode estar a causar mudanças na taxa de rotação do núcleo interno da Terra. Ao compreendermos melhor a física do núcleo, acabaremos por fazer melhores previsões sobre as mudanças futuras do campo magnético da Terra”, acrescenta o investigador.

“É provável que haja mais surpresas”, antevê por sua vez Rune Floberghagen, responsável da ESA pela missão Swarm. “O campo magnético está sempre a mudar, o que até pode levar a corrente de jacto [de ferro derretido] a mudar de direcção.”

Informação retirada daqui

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Biologia - Powerpoint sobre Transformação e Utilização de Energia pelos Seres Vivos


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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Biologia e Geologia - Vídeo - A evolução do homem

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Exames Nacionais - Ensino Secundário - Biologia e Geologia - 702 - 2016 - Época Especial


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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Exames Nacionais - Ensino Secundário - Biologia e Geologia - 702 - 2016 - 2ª Fase


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sábado, 19 de novembro de 2016

Exames Nacionais - Ensino Secundário - Biologia e Geologia - 702 - 2016 - 1ª Fase


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